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Quem dorme com meias é mais saudável


Você usa meias na altura de se deitar na cama, ou é daquelas pessoas que gosta de dormir descalço, mesmo no inverno?

Eu confesso: eu uso meias em qualquer época do ano.

Usar meias na cama pode ser considerado pouco atraente para muitos, mas, de acordo com diversos estudos, é particularmente benéfico para a saúde.

Na época do frio, todos nós esperamos a hora em que chegamos a casa, depois de um longo dia, vestimos os nossos pijamas e meias, para nos deitarmos na cama e descansarmos bem quentinhos.

E aqueles que seguem esta tática fazem bem à sua saúde, já que vários estudos sugerem que usar meias durante o sono melhora não apenas a qualidade do seu sono, mas também a sua vida sexual.


As pessoas que usam meias na cama dormem mais rápido e têm melhor qualidade de sono. Além disso, a investigação descobriu que se um casal usa meias durante o ato sexual é mais provável que atinja o orgasmo.

Ainda assim, meias durante o sono reduzem os sintomas da menopausa, já que o aquecimento dos pés ajuda o corpo a perder a sua temperatura, reduzindo os sintomas das ondas de calor experimentadas pelas mulheres na menopausa.

Os investigadores ressaltam que as pessoas cujos membros são mais quentes do que a temperatura ambiente têm maior probabilidade de adormecer mais rápido.

O aquecimento dos pés frios causa vasodilatação - dilatação dos vasos sanguíneos, o que sinaliza ao cérebro que é hora de dormir.

Os investigadores descobriram que as mãos e pés frios estão associados à insónia. 

Portanto, o meu conselho para si é melhor usar meias quando vai dormir para ter certeza de que vai aproveitar o seu sono.

Fonte consultada para este artigo:
medicalnewstoday.com

O que acontece dentro do seu corpo quando é picado por um mosquito (com VIDEO)


Já alguma vez foi picado por mosquitos? E já pensou no que acontece dentro do seu corpo depois de ser picado?

As investigações científicas mais criteriosas, por vezes, fornecem-nos imagens impressionantes e de fácil compreensão para todos nós. 

 Um estudo sobre a interação que ocorre na pele dos mamíferos que foram picados por um Anopheles gambiae (um mosquito pois claro) deixou-nos estas impressionantes imagens que vai ver através deste video Youtube e que nos permitem ver o que ocorre ao nosso corpo depois de sermos picados.

 Foi utilizado um video de microscopia dentro do corpo de mamíferos vivos. Os das imagens tratam-se de ratos anestesiados.

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Cérebro leva apenas 200 milisegundos a interpretar expressões faciais


Investigadores da Universidade de Glasgow descobriram que o cérebro leva cerca de 200 milisegundos a reunir toda a informação que necessita de uma expressão facial para determinar o estado emocional de uma pessoa.

O estudo, conduzido pelo Prof. Phillipe Shyns, director de Centro de Neuroimagem Cognitiva do Departamento de Psicologia, mostrou que o cérebro começa por observar os olhos da pessoa, depois processa o rosto inteiro antes de examinar determinadas características que lhe sirvam de diagnóstico, como por exemplo: os olhos abertos numa situação de medo ou uma boca sorridente.

Os investigadores acreditam que os resultados mostram que as expressões faciais e sua capacidade de as decifrar, co-evoluem no cérebro. "As expressões faciais e a sua interpretação são uma parte fundamental da comunicação humana e o nosso estudo revelou que o cérebro utiliza detalhes faciais de forma a poder julgar socialmente alguém", afima-nos o Prof. Schyn.

Existem 6 expressões faciais básicas: alegria, medo, surpresa, repugnância, raiva e tristeza. Todas estas expressões têm características que o cérebro facilmente consegue distinguir entre si.

Fonte consultada para este artigo:

Estás a prestar-me atenção ou estás na lua?


CIENTISTAS DESCOBREM RELAÇÃO ENTRE O PESTANEJO DOS OLHOS E A DIVAGAÇÃO DA MENTE 

Esta é de facto uma boa notícia para aquelas pessoas que desejam saber se o tópico das suas conversas está a ser do interesse da pessoa com quem está a falar. Basta olhar para os seus olhos e verificar se o parceiro de bate-papo pestaneja muito durante a conversação. Se for esse o caso, a mente dessa pessoa está a divagar e poderá não lhe estar a prestar atenção. 

De acordo com uma notícia publicada no Daily Mail, foi descoberta esta condição num estudo conduzido pelo neurocientista Dr. Daniel Smilek, da Universidade de Waterloo, em Ontário, Canadá, que acredita que o simples pestanejo dos olhos cria minúsculas barreiras físicas que nos ajudam a desligarmo-nos do mundo exterior. 


 15 voluntários foram convidados a ler num écrã de computador, enquanto um sensor seguia todos os movimentos dos seus olhos, registando todos os seus pestanejos. Em intervalos aleatórios, o computador emitia um alerta sonoro, relatando os sujeitos se estavam a prestar atenção no que liam ou se as suas mentes divagavam. 

Descobriu-se, de facto, que os voluntários pestanejavam mais vezes quando não estavam atentos. Estudos anteriores comprovaram também que as pessoas pestanejam mais quando estão a mentir. 

Acredite-se ou não nestes estudos, o bom mesmo é deixar fluir uma conversa sem haver qualquer tipo de controlo sobre a outra pessoa. Mas, se tudo lhe indica que, de facto, ela está a passear na Lua, sugiro-lhe que lhe peça para lhe enviar um postal, de preferência por correio azul. É remédio santo!

Fonte consultada para este artigo:
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Olhar para fotografias de bolos e doces pode ajudar a emagrecer!


De acordo com um estudo do Instituto de Pesquisa em Psicologia e Saúde da Universidade de Utrecht, na Holanda, divulgado pela revista New Scientist, olhar para fotos de bolos e doces pode ajudar mulheres decididas a emagrecer a continuarem a dieta. 

A psicóloga Floor Kroese, autora do estudo, e os seus colegas, dividiram 54 estudantes do sexo feminino em dois grupos e pediram que um deles olhasse para a fotografia de um bolo de chocolate e o outro de uma flor, sob o pretexto de um teste de memória. A equipa então perguntou às mulheres quais os seus planos de manter uma dieta saudável e ofereceram-lhes a escolha entre um biscoito de chocolate ou um de aveia, como lanche. 


As mulheres que viram a fotografia do bolo de chocolate mostraram.se mais propensas a manter uma dieta saudável do que as estudantes que viram a foto da flor. As estudantes que viram o bolo também demonstraram maior preferência pelo biscoito de aveia, que testes anteriores mostraram ser visto por elas como a opção mais saudável. 

 Para a psicóloga, a visão de alimentos tentadores nem sempre leva à vontade de satisfazer o desejo de comê-los. Ela acrescentou que parece que ver uma comida tentadora fez lembrar às mulheres o seu objectivo de cuidar do peso. Kroese sugere colar fotos de comidas tentadoras na porta da frigorífico para ajudar a lembrar o seu objectivo de perder peso. No entanto, ela salienta que o resultado parece só se aplicar às mulheres que querem perder peso, e que não está claro como o resto das pessoas reagiria às fotos. 

Fonte consultada para este artigo:
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Como se explica a sensação de déjà vu


A nossa mente é engraçada, e por vezes, prega-nos partidas, e a sensação de déjà vu (um termo francês para Já visto ou também conhecida por Paramnésia) é uma delas. As pessoas que passam por esta experiência, ficam com a percepção estranha de que aquele acontecimento já foi testemunhado ou experienciado por si, anteriormente, numa outra situação. Basicamente, a sensação de déjà vu é acompanhada por um sentimento de estranheza, mas de grande familiaridade: por exemplo, num jantar com amigos, pode sentir que "mas eu já disse isto!", "Mas eu já estive aqui e já fiz isto!". Estas são expressões típicas. 

 Esta experiência é comum entre adultos e crianças. Alguns investigadores afirmam ter encontrado formas de recriar esta sensação através da hipnose. A semelhança entre um estímulo déjà-vu, e provocando uma já existente, mas diferentes, traço de memória pode levar à sensação. Assim, encontrando algo que evoca as associações implícitas de uma experiência ou sensação de que não pode ser recordada, pode levar ao déjà vu. Também existe o oposto, o Jamais Vu (o Nunca Visto), que ocorre em situações em que, por exemplo, uma pessoa considera um objecto ou um indivíduo que tenha visto inúmeras vezes, como uma coisa inteiramente nova. Pessoas que acreditam em reencarnação, referem que as experiências de déjà vu podem corresponder a memórias de acontecimentos de vidas passadas ou de sonhos, que surgem à tona na vida actual e que, por isso, as recordamos recorrentemente. 

Outras acreditam na teoria de vidas em universos paralelos (quem viu a série de televisão Fringe, sabe do que estou a falar), sugerindo que os acontecimentos ocorrem ao mesmo tempo, transmitindo-nos essa sensação em ambas as vidas. A medicina, por seu lado, revela que o déjà vu está associado à epilepsia do lobo temporal. Aparentemente, ele pode ocorrer antes de um ataque epiléptico. As pessoas que sofrem ataques epilépticos desse tipo podem vivenciar o déjà vu durante o ataque propriamente dito ou nos momentos entre as convulsões. 

Bem, seja qual for a explicação, e existem muitas, não deixa de ser um dos maiores mistérios da mente humana. 

 E você? Já passou por esta sensação? Em adolescente ocorriam-me muitas destas sensações, e ainda hoje, mas com menos frequência, principalmente quando conduzo. Sinto que já passei por aquele lugar, e sinto também que já passei por aquela estrada e que já contornei aquela rotunda. Apesar de conduzir por esses locais diariamente, para chegar à minha morada, a sensação de déjà vu é completamente distinta e a confusão instala-se na minha mente por uns instantes, passando logo de seguida. 

 Fontes consultadas para este artigo: 
Merriam Webster Medical Dictionary 
Wikipedia

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Porque motivo ninguém se lembra de ter sido bebé


Porque motivo não se consegue lembrar da sua vida em bebé? Já pensou? Lembra-se de estar dentro do seu berço, por exemplo?

Poucas memórias guardamos desse período. Eu, por exemplo, tenho leves reminiscências desse período da minha vida. Só guardo memórias da minha infância a partir dos 5 anos. O meu pai faleceu precisamente nessa altura. Tenho poucas memórias dele quando vivo.

Mas porque motivo um bebé de 3 anos, por exemplo, tem memória de tudo o que se passa à sua volta mas, anos depois, não se recorda de nada?

Todas estas questões têm-nos intrigado ao longo dos anos. Os cientistas apelidaram este fenómeno como amnésia infantil e, recentemente, um novo estudo publicado na revista científica Science, conduzido na Universidade de Toronto no Canadá, mostrou-nos a primeira prova de um mecanismo que pode explicar este estranho fenómeno.

O estudo, que utilizou animais roedores, conclui que as novas células que se formam constantemente nos cérebros muito jovens podem estar a mexer e baralhar os circuitos que alojam as memórias.

O cérebro dos mamíferos mantém uma capacidade limitada para gerar novos neurónios, um processo conhecido como neurogénese, mesmo na idade adulta. Este processo desenrola-se principalmente no hipocampo, uma pequena área do cérebro que desempenha um papel crítico na memória e aprendizagem. 

Nos seres humanos e em outras espécies, a velocidade da neurogénese é muito maior em crianças do que em adultos. Os novos neurónios no hipocampo permitem a aprendizagem e a formação de novas memórias, mas ambos parecem excluir as anteriores, as memórias mais antigas. 

Diversos investigadores no Canadá e também no Japão têm tentado desvendar o mecanismo da amnésia infantil em roedores adultos.

Outras teorias sugerem que a amnésia infantil surge devido à falta de competências de aprendizagem dos bebés ou do seu desenvolvimento emocional.

O que é certo é que o mistério desta questão tem-nos intrigado desde sempre. 

E você? Quais são as suas memórias? Deixe-nos o seu comentário.

Fonte consultada para este artigo:

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A lua cheia faz com que os homens percam o sono


Dia 12 de Julho 2014, à noite, não deixe de olhar para cima. Será neste dia que acontecerá mais uma super lua, um fenómeno em que a lua cheia é visivelmente maior do que habitualmente. 

Se você sempre notou que tem mais dificuldade em dormir numa lua cheia, saiba que isso já foi comprovado.

A antiga crença de que a Lua "cheia" perturba as pessoas acaba de ser confirmada por uma nova pesquisa científica sueca, que revela que sempre que acontece uma lua cheia, as pessoas, especialmente os homens, perdem em média 25 minutos de sono. 

 Os investigadores da Salgkrenska Academy da Universidade de Gutemburgo, liderado pelo Dr. Michael publicaram este estudo no jornal Current Biology, estudando no laboratório cerca de 47 indivíduos saudáveis ​​com idades entre 18 e 30 anos. 

 A investigação mostrou que a fase da lua afeta o sono humano. Quando há uma lua cheia, as pessoas têm dificuldade em adormecer mais tempo do que as outras noites e dormem 25 minutos a menos. 

 Outra pesquisa suíça, realizada no ano passado, havia chegado a conclusões semelhantes, embora também tenha mostrado que, durante as luas cheia,s as pessoas têm mais sonhos. 

No entanto, este é um caso que necessita de ser confirmado por estudos maiores, antes de quaisquer conclusões definitivas. Os investigadores suecos atribuem a influência da lua cheia para o facto de que a duração do córtex cerebral é mais sensível aos estímulos externos. Este efeito é claramente mais pronunciado nos homens. 

Fonte consultada para este artigo:

Há um segredo nesta praia, que não existe em mais praia nenhuma do mundo! Descubra-o agora


A Ilha de Iriomote que fica situada na prefeitura de Okinawa costuma ser conhecida como a última das regiões inexploradas do Japão. Está coberta de montanhas, florestas subtropicais, cascatas, mangais onde a água fresca se mistura com o oceano. Aqui se encontra a Praia Hoshizuna No Hama, em tradução Praia das Estrelas de Areia


Na verdade, estas estrelas não são areia mas sim exoesqueletos de minúsculos organismos unicelulares que dão pelo nome de Baclogypsina sphaerulata. Vivem entre as algas marítimas e quando morrem, deixam para trás os seus corpos em forma de estrela e que depois dão à costa e aparecem na praia em grandes quantidades.


Existem outros poucos locais no mundo onde se podem encontrar estas estrelas, como a Praia Kaijihama e a Praia Aiyaruhama na Ilha de Taketomi em Okinawa. Como será percorrer estas praias com estas estrelinhas no chão?



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As 10 músicas que fazem qualquer homem chorar!...segundo a ciência


 Está comprovado cientificamente! O Instituto PRS for Music no Reino Unido realizou um estudo para determinar com um certo tipo de exatidão quais as canções que fazem frequentemente chorar os homens.

Para seleccionar a playlist dos 10 temas musicais que incluem temas de artistas diversos como Elton John, Sinead O'Connor, U2, Eric Clapton, etc, realizou-se um inquérito a mais de 1700 pessoas, tomando-se em conta as opiniões dos utilizadores do sexo masculino e de especialistas musicais conceituados na área da música.

O responsável da organização, Ellis Rich, comentou que "uma boa canção que faça derramar lágrimas é uma com a qual nós nos podemos relacionar e ter empatia, é a conexão lírica que pode alcançar o fundo emocional e tocar mais profundamente os homens".

Bom, o que é certo é que algumas das canções são mesmo muito emotivas, e algumas tocam-me no coração dando-me vontade de chorar. Mas, nem todas me surtiram esse efeito.

E você, caro leitor, quer fazer o teste? Escute as músicas todas na playlist do Spotify e teste as suas emoções. Será que consegue aguentar sem chorar no final?


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Fonte consultada para este artigo: 
www.prsformusic.com

10 fantásticos animais que ficaram extintos ao longo dos séculos. Todos fabulosos...excepto um! Adivinhe qual!


Diz-se que mais de 200 espécies de animais se tornam extintas diariamente. Então, não é surpresa para ninguém se falar de animais incríveis que viveram no nosso planeta e que nunca mais ninguém os viu. Conheça agora 10 dos animais mais admiráveis. Todos menos um. Quantos deles você reconhece?  


1.) Tyrannosaurus Rex (extinto há mais de 65 milhões de anos): o T-Rex foi um dos grandes carnívoros de todos os tempos, apesar de não ter sido o maior. Ao contrário do T-Rex que conhecemos na nossa cultura atual, acredita-se que este dinossauro tinha o corpo coberto de penas.


2.) Quagga (extinto desde 1883): esta era uma subespécie da zebra comum que vivia na África do Sul. Considera-se muito semelhante à zebra de Burchell.


3.) Tilacino (extinto desde 1936): também muito conhecido como tigre da Tasmânia. Este animal era, na verdade, um marsupial e não um tigre. Habitava na Austrália, Tasmânia e Nova Guiné.


4.) Vaca-Marinha de Steller (extinto desde 1768): a vaca marinha podia crescer até aos 7 metros de comprimento e pesar mais de 3 toneladas. Era muito maior do que o peixe-boi ou manatim que conhecemos atualmente. A sua população predominava ao longo da costa do Pacífico, mas depressa desapareceram (muito provavelmente pelo aparecimento do Homem).


5.) Veado Irlandês (extinto há mais de 7 mil e 700 anos atrás): este foi o maior veado que já existiu. Este veado gigante vivia na Eurásia, desde a Irlanda até a leste do Lago Baikal, durante os finais do Pleistoceno até inícios do Holoceno. 


6.) Tigre-do-Cáspio (extinto desde 1970): também conhecido como Tigre-persa, este grande felino era uma subespécie do tigre, e podia-se encontrar no Iraque, Afeganistão, Irão, Turquia, Mongólia, Cazaquistão, Cáucaso, Turcomenistão Tajaquistão, e Uzbequistão. Era o terceiro maior tigre à face da Terra. 


7.) Auroque (extinto desde 1627): estes animais eram os antepassados do gado doméstico e habitavam na Europa, Ásia e Norte de África. Foram reconhecidas três subespécies selvagens de auroques. Apenas as subespécies eurasiáticas sobreviveram até épocas recentes. 


8.) Arau-gigante (extinto desde 1844): esta enorme ave não voadora podia-se encontrar em zonas como Gronelândia, Islândia, Noruega, Irlanda e Grã-Bretanha e nas costas do Canadá, mas foi eventualmente caçada até à sua extinção. Possuíam enormes bicos riscados de cor preta, suaves penas pretas e brancas e as pernas afastadas do seu corpo, sendo excelentes nadadores. 


9.) Leão-das-cavernas (extinto há mais de 2 mil anos atrás): esta foi a maior espécie de leões e eram conhecidos como os leões-da-caverna europeus ou eurasiáticos. Acredta-se que eles seriam 5 a 10% maiores do que os leões de hoje em dia. 


10.) Dodó (extinto desde o século 17): esta ave não voadora habitava na ilha Maurícia, a costa leste de Madagáscar no Oceano Índico. Pouco é sabido, ao certo, acerca do seu comportamento ou habitat. O primeiro relato de avistamento de um dodó foi feito por marinheiros holandeses em 1598 e o último avistamento aceite foi em 1662.

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Fonte consultada para este artigo:
Wikipedia

Lumineyes: o laser que transforma os olhos castanhos em azuis de forma irreversível


Não é novidade que a grande maioria das pessoas de íris escura desejaria mudar para uma cor mais clara.

Se você sempre sonhou possuir olhos claros pode, no futuro, mudar a cor permanentemente através de um novo sistema chamado Lumineyes.

Depois de mais de 10 anos de trabalho, este projecto do Dr. Gregg Homer encontra-se ainda em fase de testes, e dentro de 18 meses poderá já estar disponível para o mercado fora dos EUA. 

O Dr. Homer, segundo o site noticioso KTLA e o site médico medicalexpress.com trabalha nesta sofisticada tecnologia há uma década e obteve a sua patente em 2005.

Lumineyes pode, literalmente, mudar a cor dos seus olhos castanhos para azuis, de forma irreversível. Basta apenas uma aplicação em várias sessões de 20 segundos ao longo de um mês para obter o efeito desejado.

O seu funcionamento baseia-se na eliminação da melanina, pigmento que dá a sua cor escura aos olhos castanhos e de qual carece a íris das pessoas com olhos azuis e verdes.

Os responsáveis de desenvolver este sistema asseguram que empregam duas frequências que são absorvidas completamente pelo pigmento escuro, o que elimina o risco de prejudicar o resto do olho.

Todavia, alguns especialistas têm dúvidas sobre esta técnica, já que destruir o pigmento que dá cor aos olhos pode ocasionar que se entre demasiada luz na pupila e causar danos a longo prazo.

Em qualquer dos casos, a técnica foi aprovada pelas autoridades médicas norte-americanas e este inovador tratamento a laser poderá estar disponível em todo o mundo daqui a três anos.

Fonte consultada para este artigo:

KTLA


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A enorme floresta de bactérias que vive no nosso umbigo


Depois de ler este artigo, você já não vai olhar para o seu umbigo da mesma maneira.

Já pensou na quantidade de bactérias que vivem dentro do seu umbigo?

Os nossos umbigos abrigam um ecossistema de bactérias em muito semelhante à biodiversidade das florestas tropicais, revela um novo estudo conduzido por investigadores norte-americanos da Universidade do Estado da Carolina do Norte.

Depois de levar dois anos a "espreitar" umbigos, estes cientistas encontraram cerca de 2.368 espécies de bactérias (sim, leu bem) das quais 1.458 podem ser novas descobertas para a ciência.

Os investigadores observaram diversos umbigos sem olhar a raças, sexo e idade. Neste momento ainda estão a estudar o motivo porque determinadas espécies de bactérias habitam num umbigo e outras num outro. 

Dr. Dunn e a sua equipa analisaram o conteúdo de mais de 500 umbigos, mas no final só se concentraram em 60 indivíduos para este estudo. 

Chegaram à conclusão que sem estes micróbios o nosso sistema imunológico não funcionaria devidamente.

Veja algumas das incríveis imagens microscópicas do conteúdo de alguns dos umbigos. 



Fonte consultada para este artigo:

Como será o homem do futuro

Cérebros pequenos, muitas rugas e poucos dentes.

Já pensou como será o aspecto do homem num futuro próximo? Talvez não lhe interesse saber, certo? Mas só a título de curiosidade, saiba que dentro de 1.000 anos, como resultado da evolução, a estrutura do corpo humano irá transformar-se substancialmente e a sua aparência será diferente ao das pessoas contemporâneas, de acordo com diversos anatomistas.

'The Sun' o jornal britânico, reproduziu um retrato do homem do futuro, (cuja imagem você pode ver no final deste post), realizado por um grupo de especialistas, que basearam as suas conclusões no "sucessivo melhoramento dos alimentos e do desenvolvimento da medicina". De acordo com estes especialistas, a altura média do homem do futuro será de 1,83 a 2,13 metros.

"Já na nossa atualidade, em média, nos EUA um norte-americano é 2,54 centímetros mais alto do que na década de 60 do século passado", disse o britânico osteopata Garry Trainer. Os responsáveis ​​por esta hipótese também indicam que haverá mudanças no trato digestivo dos nossos descendentes. "O intestino será mais curto. Absorverá menos gordura e açúcar, tornando-se uma defesa natural contra o excesso de peso ", diz o dentista Philip Stemmer.

Na opinião de Stemmer, diminuirá o tamanho da cavidade bucal e o número de dentes, porque "os alimentos moles requerem menos mastigação". Prevê-se também mudanças no sistema reprodutor masculino, o que reduziria o declínio da fertilidade.

De acordo com o "The Su", dentro de 1.000 anos será mais fácil chegar a um objeto, uma vez que "as mãos e os dedos dos nossos descendentes vão alongar dramaticamente." Aumentará o número de terminações nervosas", como resultado do uso frequente de dispositivos que necessitam de uma complexa coordenação de olhos-mãos". Estes também irão aumentar para compensar a redução da cavidade oral, e "a comunicação irá ser baseada nas expressões faciais e movimentos oculares."

Ao mesmo tempo, o cérebro também irá reduzir, prevêem os especialistas, como consequência da "maior parte de do trabalho de memorização e pensamento ser uma tarefa dos computadores".


Fonte consultada para este artigo:


E você? Concorda com esta previsão? Deixe-nos o seu comentário, clique em GOSTO ou CURTO e partilhe este artigo com os seus amigos no Facebook.

O que sente uma pessoa quando morre




A morte é sempre um tema que tem tanto de misterioso como assustador.

Talvez porque ninguém consegue saber com clareza o que acontece no final da sua existência até aquele momento final chegar, o Homem sempre teve um fascínio por saber qual será a última coisa que experimentará antes de perder a consciência para sempre.

Precisamente isso é o que tentou encontrar Anna Gosline, num artigo para a revista New Scientist, publicado em 2007, depois de conversar com especialistas e rever depoimentos tanto de testemunhas como de sobreviventes de 10 tipos diferentes de mortes, desde paragem cardíaca até à decapitação.

A saber:

1. Afogamento

O afogamento pode não ser uma das mortes mais dolorosas de uma pessoa, mas é de certeza uma das mais angustiantes devido à enorme sensação de pânico quando não se é capaz de respirar.

Conforme descrito pelo fisiologista e especialista em sobrevivência marinha da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido, Mike Tipton, a maioria das mortes por afogamento no mar são eventos extremamente bruscos, onde dois terços das vítimas são reconhecidos como bons nadadores.

A partir daí começa uma luta desesperada para manter a cabeça acima da água, onde as tentativas de tomar fôlego impedem a pessoa de gritar por socorro. Muitas vezes, os corpos são encontrados em pé, com as mãos ligeiramente fechadas, como se tivessem tentado agarrar uma escada invisível.

Quando a pessoa finalmente submerge, tenta manter o ar o máximo possível, normalmente durante 30 a 90 segundos. Depois respira água, tosse e respiração ainda mais água, à medida que esta lhe enche os pulmões e impede a oxigenação do sangue.

"Há uma sensação de rasgar e de queimar à medida que o líquido invade as vias aéreas. Em seguida, segue-se um estado de calma e tranquilidade ", diz Tipton, com base em depoimentos de sobreviventes.

A tranquilidade é o resultado da falta de oxigénio para o cérebro. Finalmente, o coração pára e ocorre a morte cerebral.


2. A paragem cardíaca

Os ataques cardíacos podem parecer uma maneira mais natural de morrer em comparação com as execuções ou acidentes, mas também pode ser uma das mais dolorosas.

Enquanto alguns podem ser fulminantes, na maioria dos casos os sintomas ocorrem até 6 horas de antecedência, que são frequentemente menosprezados pelas vítimas, especialmente mulheres, que atribuíram isso ao cansaço, indigestão ou cólicas.

Estes incluem dor no peito, que pode vir como pressão ou aperto, pois os pacientes geralmente descrevem como "sentir-se sentados num elefante." A dor pode ser tão aguda que corre ao longo da mandíbula, garganta, costas e braços.

Procurar ajuda médica é essencial. Mais dos 85% dos pacientes que chegam às urgências a tempo, sobrevivem. Aqueles que não sentem o seu coração a parar, perdem a consciência em 10 segundos, morrendo minutos depois.

3. Hemorragia

Sangrar até a morte - dependendo de como se desenvolva - pode não ser tão horrível como parece.

Segundo o Dr. John Kortbeek da Universidade de Calgary em Alberta, no Canadá, se uma pessoa corta a aorta num acidente, vai morrer em segundos. No entanto, se for uma artéria ou veia menor, o processo pode demorar horas, quando a pessoa passará pelas diferentes fases de um choque hemorrágico.

Considerando-se que um adulto tem cerca de 5 litros de sangue, uma perda de 750 mililitros pode causar apenas sintomas leves. Se você aumentar para 1,5 litros, a pessoa vai se sentir fraca, sedenta e ansiosa, começa a respirar rapidamente. Após os 2 litros, a sensação passa para confusão, tonturas e eventualmente inconsciência.

"Os sobreviventes de choques hemorrágicos descrevem sentimentos diferentes que variam do medo até uma  relativa calma. Grande parte disso depende de quão grave foram os seus ferimentos. Uma única ferida que penetra a artéria femoral na perna será menos dolorosa do que múltiplas fraturas causadas por um acidente de trânsito ", explica Kortbeek.

4. Fogo

Seja nos fogos tortuosos da Inquisição ou num incêndio, as queimaduras são uma das formas mais dolorosas de morrer.

Imediatamente, o calor e a fumaça queimam as sobrancelhas e os cabelos, passando, de seguida, para a garganta e vias respiratórias. Quando chega à pele, o fogo produz uma intensa resposta em todo o sistema nervoso, que é ainda agravado pela inflamação do tecido.

À medida que a pele se vai danificando, vai perdendo sensibilidade, mas não deixa ser uma experiência excruciante.

"As queimaduras de terceiro grau não doem tanto quanto as de segundo grau, porque os nervos superficiais foram destruídos, mas a diferença é quase semântica: uma queimadura extensa é horrivelmente dolorosa em qualquer instância", explica o Dr. David Herndon, da Universidade do Texas.

Mas, ironicamente, num incêndio o maior risco não são as chamas, mas os gases tóxicos. De fato, um estudo norueguês, de 1996, constatou que de 286 vítimas mortais de incêndios, 75% morreram de envenenamento por monóxido de carbono.

Dependendo da concentração, isso pode levar à dor de cabeça, tonturas e, logo de seguida, à perda de consciência em poucos minutos. Além disso, segundo a Associação de Proteção Contra Incêndios dos EUA, 40% das vítimas fatais de fogo perdem os seus sentidos antes que consigam acordar do sonho.


5. Decapitação

Ainda que pareça macabro, a decapitação é uma das mortes mais rápidas e indolores. Claro, isto se for executada de maneira correta.

Mas, mesmo utilizando dispositivos especializados, tais como uma guilhotina, sempre restarão alguns segundos de consciência após o corte da coluna vertebral. Num estudo realizado em ratos, em 1991, descobriu-se que o cérebro levou 2,7 segundos para terminar de consumir o seu fornecimento de oxigénio, o que conduzido à proporção de seres humanos, pode levar cerca de 7 segundos de consciência.

Durante as numerosas execuções da Revolução Francesa, houve relatos que falavam de movimentos das sobrancelhas e olhos até cerca de 30 segundos após a decapitação, mas é provável que tenham sido apenas reflexos post mortem.


6. Eletrocussão

Se estivermos a falar de acidentes domésticos, a morte ocorre por paragem do coração produzida pela descarga. Num estudo realizado na cidade canadiana de Montreal, descobriu-se que 92% das vítimas de eletrocussão em suas casas, morreu de arritmia cardíaca, que provoca inconsciência em 10 segundos.

Um circuito de alta tensão, no entanto, provoca inconsciência instantânea. Isso bem sabiam os prisioneiros executados na cadeira elétrica, que sofreram a paragem imediata do coração e do cérebro, no que foi considerado um avanço sobre as mortes por enforcamento.

Mas os investigadores não concordavam se o método seria tão piedoso como diziam. Em muitos casos, os presos tiveram de ser submetidos a choques múltiplos para terminar com as suas vidas, e alguns acabaram envoltos em chamas devido ao aquecimento que a electricidade produzia através dos seus corpos.


7. As quedas de alturas

Método utilizado por muitos suicidas e homicidas, e também por acidente, cair de grandes alturas é uma das mortes mais rápidas e eficazes. Um estudo realizado em Hamburgo, Alemanha, relata que 75% das vítimas morrem em poucos segundos ou minutos após a queda.

Com velocidades que podem atingir até 200 quilómetros por hora, a uma altura de 145 metros ou mais, a causa da morte depende do tipo de terreno onde se aterra e a forma como a pessoa cai.

Previsivelmente, as quedas mais devastadoras tendem a ser aquelas em que as vítimas caem de cabeça, comuns em precipitações curtas (menos de 10 metros), ou muito altas (mais de 25 metros). 

A análise de 100 quedas suicidas da ponte de São Francisco, a uma altura de 75 metros e a uma velocidade de 120 km/h- revelou que a maioria das mortes ocorreu devido a traumas, como colapso pulmonar, explosão cardíaca ou ferimentos múltiplos causados por costelas partidas.

Aqueles que sobreviveram a quedas de alturas relatam que, ao cair, sentiam o tempo ficar mais lento. Uma reação instintiva é a de tentar pousar com os pés, que muitas vezes resulta em pernas partidas na parte inferior da coluna e da pelve, apesar de que há uma maior chance de ser salvo graças à proteção dos órgãos internos.


8. Enforcamento

Método usado por muitos suicidas e carrascos, a morte por enforcamento normalmente ocorre assim que a pressão ao redor do pescoço corta o fornecimento de sangue para o cérebro, causando perda de consciência em 10 segundos.

No entanto, a forca está longe de ser uma maneira pacífica de deixar este mundo. Na melhor das hipóteses, o peso corporal fará com que a corda parta o pescoço entre a primeira e a segunda vértebras. Na pior das hipóteses, um nó feito de forma errada provocará uma morte lenta e dolorosa, sufocando as vítimas até 15 minutos.

9. A injeção letal

Concebida em 1977 como uma alternativa humanitária à cadeira eléctrica, a injeção letal é um método de execução nos Estados Unidos que consiste em três drogas administradas de forma sucessiva: pentotal como um anestésico, seguido por uma dose de pancurónio como um paralisante  do sistema respiratório e finalmente, cloreto de potássio, que pára o coração quase instantaneamente.

Tecnicamente, o procedimento deve fornecer uma morte rápida e pacífica, mas vários relatos de testemunhas alegaram que, em muitos casos, os réus sofreram convulsões ou tentaram levantar-se quando receberam as últimas drogas.

Segundo o Dr. Leonidas Koniaris da Escola de Medicina da Universidade de Miami Miller, isto se deve porque, por regra, usando a mesma dose de pentotal como um anestésico, pode ser insuficiente no caso dos prisioneiros mais robustos.

Koniaris afirma que as pessoas nesta situação desagradável experimentarão uma sensação de sufocamento após a paralisia dos pulmões, e dor semelhante a uma queimadura resultante de cloreto de potássio. Por esta razão é que a execução por injeção letal está a ser analisada pelo Supremo Tribunal dos EUA.


10. Descompressão explosiva

Sendo um destino a que poucos de nós estamos expostos, a menos que sejamos mergulhadores, pilotos ou astronautas, a morte por descompressão leva a um fim digno de uma obra de ficção científica.

A morte ocorre quando a pressão do ar que nos rodeia desce repentinamente, fazendo com que os pulmões se expandam e rasgando os tecidos delicados, que permitem o intercâmbio de gases.

Se a vítima não expira ou tenta manter o fôlego antes da descompressão, os danos serão ainda maiores. O oxigénio começa a faltar do sangue e dos pulmões, enquanto o corpo começa a inchar devido à evaporação da água nos tecidos.

Finalmente, as bolhas de vapor de água inundará a corrente sanguínea, impedindo que o sangue circule. Em apenas um minuto, o sistema circulatório pára.

Sobreviventes vítimas de descompressão, que incluem pilotos e um técnico da NASA, cujo fato se despressurizou dentro de uma câmara de vácuo, indicam que primeiro sente-se uma dor no peito, como se tivessem sido espancados. Em seguida, percebem que o ar se escapa dos pulmões e que são incapazes de voltar a inspirar. Finalmente, perdem a consciência após cerca de 15 segundos.

Mas, apesar da gravidade do incidente, experiências com animais na década de 60 mostraram que, se a vítima for novamente pressurizado em menos de 90 segundos, tem uma boa chance de sobreviver sem danos permanentes.

Fonte consultada para este artigo:


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Porque devemos evitar o contacto com extraterrestres (segundo Stephen Hawking)


É quase certo que existe vida extraterrestre, mas esses podem ser potencialmente devastadores para nós humanos, alerta Stephen Hawking, um dos cientistas mais importantes do mundo.

Hawking afirma que é melhor concentrar-nos na Terra, e evitar qualquer contacto da humanidade com seres humanos de outros planetas.

Ele argumenta que é provável que a vida exista em muitas partes do universo: não apenas nos planetas, mas também no centro das estrelas ou mesmo flutuando no espaço interplanetário.

Num universo tão grande, é pouco provável que a Terra seja o único planeta onde a vida evoluiu.

"Para o meu cérebro matemático, analisando os números, pensar em extraterrestres é perfeitamente racional."

Hawking acredita que a maioria da vida extraterrestre é representada por micróbios ou animais únicos, ou seja, o tipo de vida que tem dominado a Terra durante a maior parte da sua história.

Umas poucas formas de vida poderiam ser inteligentes, representando uma séria ameaça para nós.


O cientista sugere que os extraterrestres invadiriam o nosso planeta em busca de recursos, depois de esgotar os recursos disponíveis no seu planeta natal. Procurariam conquistar e colonizar planetas. 

"Nós só temos que olhar para nós mesmos para ver como a vida inteligente se pode se tornar algo com que nós não queremos enfrentar", diz ele.

Ele conclui que tentar estabelecer contacto com raças alienígenas é "muito arriscado".

"Se algumas vez estes alienígenas nos visitam, acho que o resultado seria o mesmo que os nativos americanos tiveram quando Colombo desembarcou pela primeira vez na América".

Hawking sugeriu a possibilidade de vida extraterrestre, mas os seus pontos de vista foram esclarecidos por uma série de avanços científicos, como a descoberta, desde 1995, de mais de 450 planetas orbitando em estrelas distantes, demonstrando que os planetas são um fenómeno comum.

Até agora, todos os novos planetas encontrados são muito maiores que a Terra.

Da mesma forma, Lord Rees, o astrônomo real, alertou que os alienígenas podem estar além da compreensão humana.

"Eu suspeito que pode haver vida e inteligência lá fora, em formas que não podemos compreender", disse ele.

"Assim como um chimpanzé não pode compreender a teoria quântica, pode ser que existam aspectos da realidade que estão muito além da capacidade do nosso cérebro."


Fonte consultada para este artigo:
  • Daily Tech

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