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Como se explica a sensação de déjà vu


A nossa mente é engraçada, e por vezes, prega-nos partidas, e a sensação de déjà vu (um termo francês para Já visto ou também conhecida por Paramnésia) é uma delas. As pessoas que passam por esta experiência, ficam com a percepção estranha de que aquele acontecimento já foi testemunhado ou experienciado por si, anteriormente, numa outra situação. Basicamente, a sensação de déjà vu é acompanhada por um sentimento de estranheza, mas de grande familiaridade: por exemplo, num jantar com amigos, pode sentir que "mas eu já disse isto!", "Mas eu já estive aqui e já fiz isto!". Estas são expressões típicas. 

 Esta experiência é comum entre adultos e crianças. Alguns investigadores afirmam ter encontrado formas de recriar esta sensação através da hipnose. A semelhança entre um estímulo déjà-vu, e provocando uma já existente, mas diferentes, traço de memória pode levar à sensação. Assim, encontrando algo que evoca as associações implícitas de uma experiência ou sensação de que não pode ser recordada, pode levar ao déjà vu. Também existe o oposto, o Jamais Vu (o Nunca Visto), que ocorre em situações em que, por exemplo, uma pessoa considera um objecto ou um indivíduo que tenha visto inúmeras vezes, como uma coisa inteiramente nova. Pessoas que acreditam em reencarnação, referem que as experiências de déjà vu podem corresponder a memórias de acontecimentos de vidas passadas ou de sonhos, que surgem à tona na vida actual e que, por isso, as recordamos recorrentemente. 

Outras acreditam na teoria de vidas em universos paralelos (quem viu a série de televisão Fringe, sabe do que estou a falar), sugerindo que os acontecimentos ocorrem ao mesmo tempo, transmitindo-nos essa sensação em ambas as vidas. A medicina, por seu lado, revela que o déjà vu está associado à epilepsia do lobo temporal. Aparentemente, ele pode ocorrer antes de um ataque epiléptico. As pessoas que sofrem ataques epilépticos desse tipo podem vivenciar o déjà vu durante o ataque propriamente dito ou nos momentos entre as convulsões. 

Bem, seja qual for a explicação, e existem muitas, não deixa de ser um dos maiores mistérios da mente humana. 

 E você? Já passou por esta sensação? Em adolescente ocorriam-me muitas destas sensações, e ainda hoje, mas com menos frequência, principalmente quando conduzo. Sinto que já passei por aquele lugar, e sinto também que já passei por aquela estrada e que já contornei aquela rotunda. Apesar de conduzir por esses locais diariamente, para chegar à minha morada, a sensação de déjà vu é completamente distinta e a confusão instala-se na minha mente por uns instantes, passando logo de seguida. 

 Fontes consultadas para este artigo: 
Merriam Webster Medical Dictionary 
Wikipedia

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Cientistas provaram a existência de vida após a morte



Será mesmo que existe vida depois da morte? 

Até agora a ciência nada tinha comprovado nesse sentido, mas, agora um grupo de cientistas da Universidade de Southampton, Reino Unido, conduziram um estudo, ao longo de 4 anos, que envolveu mais de 2.000 pacientes de 15 hospitais na Grâ-Bretanha, nos EUA e na Áustria, que sofreram paragens cardíacas e que provou que a consciência existe, mesmo depois do cérebro deixar de funcionar. 

Os resultados destes estudos de longo prazo demonstraram que 40% das pessoas que estiveram num estado de morte clínica, estavam cientes do que ia acontecendo ao seu redor, antes de os médicos restaurarem de novo o funcionamento dos seus corações, revela o site Daily Mail. 

"Obtivemos evidências que nos indicam que nos primeiros minutos após a morte a consciência não desaparece." disse o Dr. Sam Parnia da Universidade Estatal de Nova Iorque. "Nós não sabemos se ela continua a existir depois, mas imediatamente após a morte, a consciência não desaparece." 

Falando acerca acerca dos resultados do estudo, os investigadores descrevem o caso de um homem de 57 anos, assistente social de Southampton, que tinha deixado o seu corpo e observou a sua ressuscitação desde o canto da sala. Os cientistas observaram que o paciente, que tinha morrido por três minutos, conseguiu descrever detalhadamente as ações da equipa médica e o som de funcionamento das máquinas. 

"Nós sabemos que o cérebro não pode funcionar quando o coração pára de bater. Mas neste caso, a consciência continuou a existir por três minutos, no período em que o coração não estava a bater, apesar do cérebro desligar por 20-30 segundos depois do coração ter parado." diz o Dr. Sam Parnia. 

No relatório, os cientistas afirmaram que investigaram 2.060 pacientes com paragens cardíacas. Quase 40% dos sobreviventes descreveram uma grande variedade de lembranças que não atendem as chamadas experiências de quase morte: eles sentiram sensações de medo e de perseguição. 

Apenas 9% tiveram experiências ligidas a experiências de quase-morte e 2% demonstraram total consciência e experiências fora do corpo.  Além disso, alguns pacientes descreveram uma luz brilhante - uma imagem muito usada em filmes de Hollywood, mas outros sentiram mais desconforto - parecia-lhes que se afundavam ou que os puxavam para uma grande profundidade.

Fonte consultada para este artigo:

Este estudo ainda não veio comprovar o que realmente todo o mundo quer saber, ou seja, se existe mesmo vida depois da morte, mas é um início. Por algum motivo não é suposto nós, humanos, sabermos toda a verdade sobre este assunto. Este é um daqueles mistérios eternos. Se gostou deste artigo, clique em GOSTO ou CURTO e partilhe-o com os seus amigos no Facebook.

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